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Parcerias de peso da PBR.

A PBR Brasil teve sua última parada na cidade de Jaguariúna. O evento foi um sucesso absoluto com transmissão ao vivo pelo Canal Rural, presença do Tri-Campeão Mundial Adriano Moraes e artistas Globais, como Mário Frias.

Aproveitando todo este sucesso, a PBR Brasil e a ABBI Brasil lançaram seus novos produtos em uma das lojas mais parceiras que a PBR tem no Brasil, SCR Western, dos nossos amigos  Saulo de Castro Ribeiro e sua esposa Vanessa Vanelato. A loja, situada na Rua Flor de Porcelana, 31 no centro da cidade de Jagauriúna, já atende ao público há 5 anos, tem 280 m2  e um estoque incrível. “A PBR vende muito bem”, disse Saulinho.

Rafael Vilella, nosso locutor oficial, que juntamente com a PBR, lançou o boné Rafael Vilella. Os bonés serão produzidos pelos nossos parceiros da Bonnet, que, com uma qualidade inigualável, já produz os produtos PBR. Os bonés estarão nas lojas nos próximos dias.


 

A PBR também acaba de lançar um boné de altíssima qualidade e produção de ponta. Sua aba é de couro de avestruz e já está nas melhores lojas, para o deleite dos fãs da PBR.

A ABBI Brazil também acaba de lançar bonés e camisetas. Com um design diferenciado, frases de impacto no universo das montarias em touros, os fãs do esporte se identificarão completamente com estas vestimentas. Adriano Moraes, o nosso Tri-Campeão Mundial e Presidente da ABBI Brasil foi até a loja em Jaguariúna dar seu aval para a nova grife. “A quailidade dos produtos são excelentes, dignos da qualidade que será a própria ABBI Brasil.”

A PBR Brasil, nestes quatro anos de existência no Brasil, vem angariando parceiros. Lojas, representantes e licenciados vêm fazendo o trabalho da PBR crescer ainda mais em todo país. Concomitantemente ao nosso campeonato, que passa por dezenas de cidades o ano todo, nosso intuito é fazer com que nossas estrelas e produtos prestigiem nossos parceiros nas cidades nas quais a PBR faz suas paradas e fazer deste esporte algo único!

Por Camila Bellintani Pereira

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Grupo Cury

1920. Data de início das atividades da Cury no Brasil, quando Miguel Vicente Cury e seu pai Vicente Cury – que iniciaram suas atividades com uma oficina de reforma de chapéus, em Mogi Mirim (SP) – fixaram residência em Campinas e fundaram então uma pequena fábrica de chapéus. A produção inicial da fábrica caracterizava-se na confecção de carapuças de feltro (chapéus semi-acabados) para modelos de chapéus masculinos, sociais e campo. A matéria prima para confecção das carapuças consistia em pelo de coelho, importada de países europeus.

O fundador e sua própria família foram os responsáveis pelo início da produção, por sinal muito pequena. Fabricava-se uma dúzia de chapéus – que imediatamente era vendida – e com o dinheiro apurado comprava-se os materiais para a fabricação de novos chapéus e assim por diante, até que a indústria encontrasse bases financeiras mais folgadas. Ainda nos primórdios da indústria, no ano de 1.924, passaram a integrar a sociedade os irmãos Salim Zakia e José Elias Zakia (primos de Miguel Vicente Cury), com atuação destacada no desenvolvimento da indústria.

No decorrer dos anos, a indústria foi crescendo cada vez mais: aumentando as áreas de construção e adquirindo máquinas mais modernas no gênero de chapéus, provenientes de países europeus e dos Estados Unidos. Para aprimoramento da qualidade dos produtos, contratavam para prestarem assistência temporária, técnicos europeus e norte-americanos, imprimindo desta forma maior aperfeiçoamento na técnica de fabricação e possibilitando que conquistasse boa parcela do mercado. No ano de 1.975, a empresa deu um grande passo, adquirindo a maquinária e marcas Ramenzoni, passando então a fabricar também, chapéus de lã de ovelha e os chapéus de pêlo de coelho, de ambas as marcas: CURY e RAMENZONI

Atualmente a Chapéus Cury fabrica: Chapéus de Feltro de Pelo de Coelho, Chapéus de Feltro da mistura Pelo de Coelho e Lã de Ovelha, Bonés, Boinas, Cartolas e Chapéus de Palha (Panamá). A matéria-prima Pelo de Coelho é importado, enquanto que a Lã de Ovelha parte é importada e parte nacional.

As vendas são tanto para o mercado interno (por todo o território brasileiro), quanto para o mercado externo: há mais de 50 anos exporta para a Bolívia e há mais de 40 anos para os Estados Unidos. A maioria das exportações são de carapuças, para fabricantes de chapéus – a fabricação de carapuças é a parte mais difícil e delicada, tanto que está sendo preferida em quase todos os países a importação destas.

O Grupo Cury completa, em 2010, 90 anos de existência.

Anos de muito trabalho, competência e seriedade, sendo reconhecida por sua excelência em produzir os melhores chapéus para todo o Brasil e exterior. E foi com este know-how que a Cury buscou inspiração para produzir o verdadeiro jeans western: Em 2004, visando agregar valor à sua linha de produtos, a Cury adquiriu uma confecção e criou a marca Cury Jeans, fabricando calças, camisas, pólos, camisetas, jaquetas e coletes. Em 2009, a Cury passou por um processo de atualização, pensando em cada detalhe: desde a preocupação em trazer à sua equipe profissionais habilitados e experiente, até o cuidado com as modelagens, tecidos e lavagens, confeccionando produtos de primeira linha, que atendam à necessidades do consumidor mais exigente.

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